Dizem os psiquiatras dinamicos que as pessoas do espectro bipolar provocam em nós uma contra-atitude em que se misturam a vontade de rir e a irritação.
Por isso tenho algumas dúvidas antes de considerar estes fenómenos no plano político. Talvez nestes casos um angulo de visão biológico seja mais rico.
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21.3.08
26.10.07
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Ok a minha está entre 90º e 115º .
estamos a falar de escolas certo?
Tinha miúdas e "blacks" e miúdas "blacks".
Não tinha crucifixos, tinha cartazes do maio de 68 no gabinete do conselho directivo (onde fui chamado algumas vezes, confesso) e desconfio que a maioria dos professores era comuna.
Hoje não faço ideia de como será, de qualquer modo atendendo às discussões blogosféricas dos últimos dias é um milagre eu saber usar talheres .... bom mais ou menos.... sou um bocado desajeitado.
estamos a falar de escolas certo?
Tinha miúdas e "blacks" e miúdas "blacks".
Não tinha crucifixos, tinha cartazes do maio de 68 no gabinete do conselho directivo (onde fui chamado algumas vezes, confesso) e desconfio que a maioria dos professores era comuna.
Hoje não faço ideia de como será, de qualquer modo atendendo às discussões blogosféricas dos últimos dias é um milagre eu saber usar talheres .... bom mais ou menos.... sou um bocado desajeitado.
23.10.07
Ao cuidado dos psiquiatras reducionistas biológicos
Se não começam a prestar atenção ao que se passa na sociedade ainda acabam a internar compulsivamente o procurador geral da república (além do Marcelo Rebelo de Sousa e quase toda a blogosfera).
Em Portugal parece que num repente a resposta afirmativa à pergunta- e acha que o seu telefone está sobre escuta?- deixou de estar relacionada com qualquer sinal biológico esquizofrenia-like.
Que pena - o discurso dos barulhinhos no telemovel e das escutas secretas parecia tão específico...
Em Portugal parece que num repente a resposta afirmativa à pergunta- e acha que o seu telefone está sobre escuta?- deixou de estar relacionada com qualquer sinal biológico esquizofrenia-like.
Que pena - o discurso dos barulhinhos no telemovel e das escutas secretas parecia tão específico...
6.6.07
Afinal há futuro na Ordem dos advogados
Há pérolas de ironia que nem camarada umcorpoestranho conseguiria escrever. Já devem ter reparado neste marmelo, aqui ou aqui, que diz coisas do género:
“Podemos reagir contra tal unilateralidade despótica da mulher(a IVG) por via de uma providência cautelar não especificada.”
Eis para que servem os sacramentos do matrimónio- para pôr providências cautelares ao sagrado órgão das esposas/mães.
A ironia acerca da questão do aborto e do matrimónio atinge assim o seu ponto máximo, certamente inspirado na imagem dos medievais cintos de castidade, denuncia com mestria as sórdidas circunstâncias em que são vividos alguns casamentos em Portugal, a inaptidão de alguns para perceber que as vaginas a elas pertencem, e a incapacidade de alguns de compreenderem que a mulher pode ter vontade própria. Tudo de uma só vez. Situando-se assim bem longe das débeis tentativas ensaiadas por aqui.
António Velez – um nome a reter – um expoente de escárnio e de potência subversiva- desde já convidado a participar neste nascituro blog.
Nota- Se nem isto conseguiu alterar isto- o futuro da blogosfera afigura-se cinzento.
“Podemos reagir contra tal unilateralidade despótica da mulher(a IVG) por via de uma providência cautelar não especificada.”
Eis para que servem os sacramentos do matrimónio- para pôr providências cautelares ao sagrado órgão das esposas/mães.
A ironia acerca da questão do aborto e do matrimónio atinge assim o seu ponto máximo, certamente inspirado na imagem dos medievais cintos de castidade, denuncia com mestria as sórdidas circunstâncias em que são vividos alguns casamentos em Portugal, a inaptidão de alguns para perceber que as vaginas a elas pertencem, e a incapacidade de alguns de compreenderem que a mulher pode ter vontade própria. Tudo de uma só vez. Situando-se assim bem longe das débeis tentativas ensaiadas por aqui.
António Velez – um nome a reter – um expoente de escárnio e de potência subversiva- desde já convidado a participar neste nascituro blog.
Nota- Se nem isto conseguiu alterar isto- o futuro da blogosfera afigura-se cinzento.
4.6.07
Lições de teologia I
Tenho aqui um excerto de uma história clínica, daquelas de antigamente, da autoria do saudoso mestre Barahona que penso poderá talvez trazer uma outra Luz a esta discussão acerca da D Constantina.
É um dialogo entre duas noviças (uma delas brasileira):
"Estavam todas ouvindo uma prelecção, com projecções acerca da vida de uma Santa. Tratava-se do êxtase místico. Estava perto da brasileira e perguntou-lhe:« a irmã já teve êxtases?». «Não mas gostaria de ter» retorquiu-lhe a outra. « Eu também» foi o seu único comentário."
É um dialogo entre duas noviças (uma delas brasileira):
"Estavam todas ouvindo uma prelecção, com projecções acerca da vida de uma Santa. Tratava-se do êxtase místico. Estava perto da brasileira e perguntou-lhe:« a irmã já teve êxtases?». «Não mas gostaria de ter» retorquiu-lhe a outra. « Eu também» foi o seu único comentário."
Oh velhos tempos em que as histórias clínicas tinham toda esta sexualidade emergente, e havia histéricas a sério e tudo- não eram como as de hoje-em-dia... (pelo menos é o que dizem)
Sugestão de leitura
Trata-se de uma obra de 1954 mas penso que, como a própria instituição do casamento, pode ser considerada intemporal, até mesmo eterna.A leitura deste livro impõe-se nos dias que correm por inúmeras razões, entre as quais lembro o ataque que se pretende fazer ao matrimónio, as indecências com que se pretende educar para o sexo os espíritos inocentes das crianças e a festiva celebração das noivas de Sto. António.
O tom epistolar torna a leitura deveras aprazível e facilita a transmissão da mensagem aos corações afligidos pela dúvida e o tormento. Cada missiva foca um tema de inegável importância com a simplicidade própria de quem sabe escutar e aconselhar - a luta pela pureza, sobre a pureza, a preparação para o casamento ("A atmosfera que a esposa cria no lar, desde os trabalhos da cozinha até à regularidade das arrumações caseiras, passando pela boa disposição, constituem metade ou três quartos da sua felicidade, porque sem isto as coisas não andam.", p. 37), a luta pela pureza, o respeito que se deve a uma rapariga, a ajuda que os rapazes esperam das raparigas na luta pela castidade ["Há já uma hora que estou sentado em frente de uma rapariga. Vejo-lhe os joelhos, o vestido é bem curto e apertado... e todavia, não me perturba nada. Porquê? Porque tinha meias de lã e nada deixava adivinhar. O caso seria muito diferente uma vez que ela substituisse essas meias por outras de seda (cor de carne ou transparentes). E vós podeis andar na moda sem perturbar ninguém.", pp. 49-50].
Estas e outras preciosas lições podeis vós encontrar nesta obra cuja leitura vivamente aconselho.
15.5.07
Contribuir com os meus impostos para financiar conservatórias de divórcios? Não obrigad@!
Não lhes bastava o aborto a pedido, agora querem o divórcio a pedido. A extrema esquerda pretende que se possam desfazer os sagrados laços do matrimónio sem qualquer justificação.
Todos os motivos são válidos: querer ir passar umas férias à neve, querer comprar um par de sapatos, querer manter a linha, o simples facto de já não se amar @ cônjuge!
Ainda para mais a proposta de lei é enganadora - diz querer desculpabilizar o divórcio quando o que fomenta é a liberalização do divórcio. O divórcio já se encontra desculpabilizado em Portugal. A actual lei já permite o divórcio nos casos de adultério e de não coabitação durante pelo menos 3 anos.
Alterar a lei para quê?
O progresso e a evolução da ciência permitem hoje um conhecimento e acompanhamento do matrimónio no seio divino e estatal acessível a todos. O matrimónio não é um ente oculto, mas uma entidade sagrada e directamente observável.
Esta é uma opção de uma sociedade solidária?
A lei que se pretende aprovar consagra o divórcio livre, por opção d@ cônjuge, feito gratuitamente em conservatória pública.
O divórcio é uma solução para os cônjuges?
A protecção e promoção d@ cônjuge, o apoio à família, e uma aposta no aconselhamento conjugal responsável são as respostas adequadas ao drama do divórcio e às suas causas profundas. Estudos têm demonstrado a existência de um síndrome pós-divórcio com efeitos destrutivos na vida dos cônjuges, deixando muitas vezes sequelas físicas e psíquicas irreversíveis.
São estas as prioridades para o estado?
A experiência dos países onde o divórcio a pedido é legal mostra que a liberalização determinou um aumento generalizado do número total de divórcios e não eliminou os problemas afectivos e emocionais que estão na sua origem.
O que tem feito o estado?
A rede de solidariedade e apoio afectivo criada pelos apoiantes do NÃO à mudança da lei estende todos os dias uma mão amiga aos cônjuges em dificuldades que se sentem sós e precisam de ajuda.
Por estas razões, só podemos dizer: Divórcio a pedido? Não obrigad@! (e aqui a ausência da vírgula não é mesmo um erro tipográfico)
Todos os motivos são válidos: querer ir passar umas férias à neve, querer comprar um par de sapatos, querer manter a linha, o simples facto de já não se amar @ cônjuge!
Ainda para mais a proposta de lei é enganadora - diz querer desculpabilizar o divórcio quando o que fomenta é a liberalização do divórcio. O divórcio já se encontra desculpabilizado em Portugal. A actual lei já permite o divórcio nos casos de adultério e de não coabitação durante pelo menos 3 anos.
Alterar a lei para quê?
O progresso e a evolução da ciência permitem hoje um conhecimento e acompanhamento do matrimónio no seio divino e estatal acessível a todos. O matrimónio não é um ente oculto, mas uma entidade sagrada e directamente observável.
Esta é uma opção de uma sociedade solidária?
A lei que se pretende aprovar consagra o divórcio livre, por opção d@ cônjuge, feito gratuitamente em conservatória pública.
O divórcio é uma solução para os cônjuges?
A protecção e promoção d@ cônjuge, o apoio à família, e uma aposta no aconselhamento conjugal responsável são as respostas adequadas ao drama do divórcio e às suas causas profundas. Estudos têm demonstrado a existência de um síndrome pós-divórcio com efeitos destrutivos na vida dos cônjuges, deixando muitas vezes sequelas físicas e psíquicas irreversíveis.
São estas as prioridades para o estado?
A experiência dos países onde o divórcio a pedido é legal mostra que a liberalização determinou um aumento generalizado do número total de divórcios e não eliminou os problemas afectivos e emocionais que estão na sua origem.
O que tem feito o estado?
A rede de solidariedade e apoio afectivo criada pelos apoiantes do NÃO à mudança da lei estende todos os dias uma mão amiga aos cônjuges em dificuldades que se sentem sós e precisam de ajuda.
Por estas razões, só podemos dizer: Divórcio a pedido? Não obrigad@! (e aqui a ausência da vírgula não é mesmo um erro tipográfico)
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